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Métodos Anticoncepcionais

Métodos anticoncepcionais, também conhecidos como métodos contraceptivos, são maneiras, medicamentos e dispositivos usados para evitar a gravidez. Existem métodos específicos para homens e mulheres. Alguns são reversíveis, ou seja, após utilizá-los, a pessoa ainda tem capacidade de ter filhos. Já outros, como a ligadura de trompas e a vasectomia, são irreversíveis: quando utilizados, é muito difícil a pessoa recuperar a capacidade de gerar filhos.

Estar bem informado é fundamental para fazer a escolha do método anticoncepcional. Não existe um método melhor que o outro, pois cada um tem vantagens e desvantagens, assim como não existe um que seja 100% eficaz, já que todos têm uma probabilidade de falha. Um bom método é aquele que o deixa confortável e que se adapta ao seu modo de vida e à sua condição de saúde. Tenha sempre em mente que, muitas vezes, o método adequado para uma pessoa pode não ser o para outra.

Procure sempre o profissional de saúde antes de começar a usar qualquer método anticoncepcional, pois existem situações em que determinados métodos não são recomendados. Além disso, faça o acompanhamento periódico para verificar se a utilização do método escolhido está correta ou se houve alguma alteração que torne necessária a sua substituição. Na rede credenciada Usisaúde você encontra ginecologistas e urologistas preparados para auxiliá-lo neste momento. Consulte o nosso catálogo.


A SEGUIR APRESENTAREMOS OS PRINCIPAIS MÉTODOS CONTRACEPTIVOS UTILIZADOS:

Método da Tabelinha

É um método que consiste na observação do ciclo menstrual e fértil da mulher, possibilitando determinar os dias em que poderá ter relações sexuais com menor risco de engravidar.

Todo mês, a mulher deve marcar em um calendário a data de início da menstruação para verificar o número de dias que durou cada ciclo menstrual. Isto deve ser realizado por no mínimo seis meses, para que se tenha uma informação mais exata do período fértil. Após anotar as datas ela deverá:

- Subtrair 18 do ciclo mais curto, obtendo o dia do início do período fértil.
- Subtrair 11 do ciclo mais longo, obtendo o último dia do período fértil.

Exemplo:
- Se o mais curto dos seus últimos 06 ciclos foi de 27 dias, 27 - 18 = 9. O casal deve começar a evitar o sexo desprotegido no dia 9.
- Se o mais longo dos seus últimos 06 ciclos foi de 31 dias, 31 - 11 = 20. O casal pode ter sexo desprotegido novamente a partir do dia 21.
- Assim, o casal deverá evitar fazer sexo desprotegido do dia 9 ao dia 20 do seu ciclo.

No período fértil, o casal pode namorar e trocar carícias, desde que tenha os cuidados necessários para que não haja contato do pênis com a vagina

 


Fonte: OMS, 2007

Este método pode dificultar o conhecimento exato do ciclo menstrual e do período fértil pela mulher, por ser bastante sensível a fatores externos como: estresse, fortes emoções, doenças e alterações na rotina.

Se durante o período de seis meses for detectada uma variação maior que 10 dias entre os ciclos, esse método não é recomendado. Também não é recomendado para mulheres que possuem o ciclo irregular (incluindo mulheres no pós-parto, que estejam amamentando, adolescentes e mulheres na pré-menopausa).

O MÉTODO DA TABELINHA NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Método da Temperatura Basal

Este método auxilia no reconhecimento do período fértil da mulher através da verificação da temperatura corporal, que sofre aumento ao longo do ciclo menstrual devido às alterações hormonais. Durante o período fértil a temperatura basal do corpo feminino aumenta de 0,3 a 0,8ºC. Temperatura basal é a temperatura do corpo em repouso.

A temperatura basal deve ser medida diariamente com um termômetro clínico (debaixo da língua, na vagina ou ânus), a partir do primeiro dia da menstruação, antes da mulher se levantar pela manhã e depois de dormir no mínimo cinco horas. Anota-se a temperatura em um gráfico. Quando perceber o aumento na temperatura, devem-se evitar as relações sexuais.


Fonte: OMS, 2007

A eficácia será maior se o casal não tiver relação sexual com penetração vaginal no período fértil. Esse método é utilizado com frequência juntamente com o método da tabelinha para um cálculo mais exato do período de ovulação.

O MÉTODO DA TEMPERATURA BASAL NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Método do Muco Cervical ou Billings

Este método caracteriza o período fértil da mulher a partir de alterações no muco cervical. O muco cervical é uma secreção produzida no colo do útero pela ação dos hormônios femininos. Ele aumenta de quantidade no período da ovulação, tornando a vagina umidificada e lubrificada, para facilitar o deslocamento do espermatozóide ao interior do útero.

Após a menstruação, algumas mulheres têm um período seco, que não possuem muco. Depois de alguns dias surge um muco esbranquiçado e pegajoso que se quebra quando esticado. Próximo ao dia da ovulação, o muco cervical fica mais elástico, transparente e escorregadio, com aparência de "clara de ovo".

O aparecimento desse muco é sinal de que a mulher está no período fértil e pode engravidar.

 


Fonte: BRASIL, 2006

O MÉTODO DO MUCO CERVICAL NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Método Sintotérmico

Este método une os outros métodos comportamentais já descritos (tabelinha, temperatura basal e muco cervical) e na observação de sinais e sintomas que indicam o período fértil da mulher.

Alguns destes sinais e sintomas são:

- Mamas inchadas ou doloridas
- Enxaqueca
- Dor ou sensação de distensão abdominal
- Náuseas
- Mudanças no humor e no desejo sexual
- Aumento de peso e apetite
- Acne

O casal deve evitar fazer sexo desprotegido em todos os períodos férteis determinados pelos outros métodos e quando surgir os sinais e sintomas que indicam este período.

O MÉTODO SINTOTÉRMICO NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Coito Interrompido

Consiste em retirar o pênis de dentro da vagina momentos antes da ejaculação. É o método menos indicado pela grande possibilidade de falha, pois o líquido lubrificante, que sai pouco antes da ejaculação, pode conter espermatozóides. Outra desvantagem no uso deste método é a dificuldade que alguns homens podem encontrar para interromper a relação antes da ejaculação.

O MÉTODO COITO INTERROMPIDO NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Método da Amamentação - LAM

O método da amamentação é um anticoncepcional temporário que consiste no uso da amamentação para evitar a gravidez.

A amamentação tem efeito inibidor sobre a fertilidade, pois impede temporariamente a liberação dos hormônios que provocam a ovulação. Mas para isso é necessário que a mulher realize o aleitamento materno exclusivo nos primeiros seis meses após o parto para que o método seja eficaz. Também pode associar ao LAM outro método anticoncepcional que não interfira na amamentação, como a camisinha ou a minipílula.

O MÉTODO DA AMAMENTAÇÃO NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Preservativo Masculino - Camisinha

É o método de barreira mais difundido no mundo. Consiste em um envoltório de látex que recobre o pênis durante o ato sexual.

O esperma ejaculado pelo homem fica retido na camisinha, assim os espermatozóides não entram no corpo da(o) parceira(o). É o único método que impede que infecções existentes no sêmen, no pênis ou na vagina sejam contraídas pelo outro parceiro. No caso de relação sexual, oral ou anal, também é importante o uso do preservativo, uma vez que este evita o contato entre mucosa bucal ou anal com o pênis ou sêmen.

 




 

Preservativo Feminino

É um método contraceptivo de barreira feito de plástico fino, macio e resistente com uma extremidade aberta e a outra fechada, contendo dois anéis flexíveis também de plástico.

Ele age impedindo a entrada dos espermatozóides no corpo da mulher. Pode ser colocado na vagina imediatamente antes da penetração ou até oito horas antes da relação sexual. O produto já vem lubrificado e deve ser utilizado uma única vez.

 

 

 

Diafragma

É um método de uso feminino que consiste em uma capinha de silicone ou látex, macia e com aro de metal flexível. É colocada pela própria mulher no fundo da vagina para cobrir o colo do útero. Existem diafragmas de diversos tamanhos, sendo necessária a medição por um profissional de saúde treinado, para determinar o tamanho adequado a cada mulher. Pode ser usado junto com espermicida (produto capaz de matar os espermatozóides) para aumentar a eficácia.

O diafragma impede a entrada dos espermatozóides dentro do útero. Ele deve ser colocado em todas as relações sexuais, antes de qualquer contato entre o pênis e a vagina. Pode ser colocado em minutos ou horas antes da relação sexual, e só deve ser retirado de seis a oito horas após a última relação sexual, que é o tempo suficiente para que os espermatozóides que ficam na vagina morram. Após a retirada do diafragma, deve-se lavá-lo com água e sabão neutro, secá-lo bem e guardá-lo em um estojo próprio, em lugar seco e fresco, não expondo à luz solar. Pode ser fervido periodicamente para desinfecção.

A vida média útil é de cerca de três anos, se observadas às recomendações.

O MÉTODO DO DIAFRAGMA NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Espermicida

São substâncias químicas inseridas profundamente no interior da vagina formando uma película que recobre a vagina e o colo do útero. Estas substâncias destroem e imobilizam os espermatozóides impedindo que eles se encontrem com um óvulo. O espermicida é colocado com um aplicador de 10 a 30 minutos antes de cada relação sexual. O aplicador deve ser lavado com água e sabão após o uso. Geralmente são utilizados em associação com o diafragma para aumentar a sua eficácia.

 

 

O ESPERMICIDA NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Anticoncepcional Oral

O anticoncepcional oral atua impedindo que os ovários liberem o óvulo (ovulação) e promovem o espessamento do muco cervical, dificultando a passagem dos espermatozóides para o interior do útero. A pílula deve ser tomada todos os dias e de preferência sempre no mesmo horário.

Existem diferentes tipos de anticoncepcionais orais que variam de acordo com os hormônios presentes em cada um deles:

- Pílulas monofásicas: todas têm a mesma dosagem de hormônios (estrogênio e progesterona). A mulher toma uma pílula por dia, começa a tomar no 1º dia da menstruação até a cartela acabar; fica sete dias sem tomar, período em que aparece a menstruação.

- Pílulas multifásicas: existem pílulas com diferentes dosagens, conforme a fase do ciclo. A mulher toma uma pílula por dia. São tomadas como as pílulas monofásicas, mas têm cores diferentes, de acordo com a dosagem e a fase do ciclo.

Existem também os anticoncepcionais orais que contêm somente a progesterona: a minipílula, indicada para as mulheres que estejam em amamentação exclusiva, pois não afetam a quantidade e a qualidade do leite materno.

 

 

O ANTICOCEPCIONAL ORAL NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Anticoncepção de Emergência 

É conhecida popularmente como "pílula do dia seguinte". Este método é utilizado para evitar uma gravidez indesejada, após uma relação sexual desprotegida ou falha de outro método, como por exemplo a ruptura do preservativo.

A anticoncepção de emergência age impedindo ou retardando a ovulação e diminuindo a capacidade dos espermatozóides de fecundarem o óvulo. Ela não é abortiva, pois não compromete a continuidade de uma gravidez já em andamento. Utiliza-se tomando os dois comprimidos de uma só vez ou em duas doses: a primeira dose até três dias após a relação sexual (quanto mais rápido tomar as pílulas maiores são as chances de evitar a gravidez) e a segunda pílula doze horas após a primeira.

A pílula do dia seguinte não deve ser utilizada como método anticoncepcional de rotina, ou seja, substituindo outro método anticoncepcional. Devem ser utilizadas somente em casos emergenciais, porque a dose de hormônio é grande.

A ANTICONCEPÇÃO DE EMERGÊNCIA NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Implante Subdérmico

São pequenas cápsulas ou hastes plásticas, cada uma do tamanho aproximado de um palito de fósforo, que liberam um hormônio semelhante ao produzido pelos ovários da mulher (progesterona). Um profissional devidamente treinado para este fim realiza um pequeno procedimento cirúrgico para inserir os implantes sob a pele do braço, acima do cotovelo da mulher.

Age inibindo a ovulação, aumentando o espessamento do muco cervical e diminuindo a capacidade dos espermatozóides de fecundarem o óvulo. O implante subdérmico possui ação prolongada, agindo por até 03 anos, com baixas doses de hormônio sendo liberados continuamente na corrente sanguínea, proporcionam o efeito anticoncepcional. Só deve ser utilizado por mulheres que não desejem menstruar, já que com o tempo suspende a menstruação.

O IMPLANTE SUBDÉRMICO NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Anel Vaginal

É um anel flexível e transparente que deverá ser colocado no canal vaginal de forma que o anel cubra todo o colo do útero. O anel deve ser retirado a cada 03 semanas, mas se ocorrer um esquecimento ele poderá permanecer no canal vaginal sem nenhum prejuízo até 04 semanas.

Ele apresenta o mecanismo de ação semelhante aos dos anticoncepcionais orais. Seu efeito contraceptivo mais importante é a inibição da ovulação, mas, também interfere no espessamento do muco cervical diminuindo a capacidade dos espermatozóides de fecundarem o óvulo.

O ANEL VAGINAL NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Adesivo Transdérmico

É um adesivo fino, colocado sobre a pele, que libera hormônios semelhantes aos produzidos pelo ovário. Previne a gravidez de forma semelhante aos anticoncepcionais hormonais orais. Seu efeito contraceptivo mais importante é a inibição da ovulação, mas, também interfere no espessamento do muco cervical diminuindo a capacidade dos espermatozóides de fecundarem o óvulo.

É um método de uso semanal. O adesivo deve ser colocado durante 3 semanas, no mesmo dia e horário. Na quarta semana não deve ser colocado, mas mesmo assim a mulher estará protegida. Na quinta semana deve reiniciar seu uso. O adesivo precisa estar bem aderido à pele para que sua ação seja efetiva. Os locais de aplicação são: nádegas, abdômen e parte superior externa do braço.

Este método não deve ser utilizado por mulheres que estejam amamentando, pois pode prejudicar a produção do leite materno e é contra indicado para mulheres com mais de 35 anos e fumantes.

 

 

O ADESIVO TRANSDÉRMICO NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Anticoncepcionais Injetáveis Hormonais

São anticoncepcionais injetáveis contendo uma associação de dois tipos de hormônios semelhantes aos que existem no corpo da mulher: estrogênio e progesterona. Como a dosagem de hormônios é alta, o efeito é mais prolongado no organismo. Existem 2 tipos: o mensal com a combinação de dois hormônios (estrogênio e progesterona) e o trimestral com apenas um tipo de hormônio (progesterona).

Ele age impedindo a liberação de óvulos pelos ovários (ovulação) e tornando o muco cervical espesso, impedindo a passagem dos espermatozóides. É aplicado em forma de injeção por via intramuscular. O injetável mensal deve ser aplicado uma vez por mês, entre o 7º e o 10º dia do ciclo, de preferência no 8º dia. O injetável trimestral deve ser aplicado a cada três meses e a primeira dose deve ser aplicada entre o 5º e o 7º dia do ciclo.


Fonte: OMS, 2007

O ANTICONCEPCIONAL INJETÁVEL NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Dispositivo Intra-Uterino - DIU

São dispositivos de plástico flexível (polietileno) aos quais são adicionados cobre ou hormônios (levonorgestrel) que, inseridos no útero, exercem sua função de prevenir a gravidez. A escolha e a colocação do DIU no interior do útero devem ser feitas por um profissional de saúde treinado.

O DIU diminui a capacidade do espermatozóide de se movimentar dificultando seu acesso ao óvulo e também interfere nas características do muco cervical e no endométrio, dificultando a implantação de um possível óvulo fecundado. Deve ser introduzido de preferência no período menstrual, quando o colo uterino está mais aberto e também para garantir a ausência de gravidez.

 

 

O DIU NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

Laqueadura Tubária - Esterilização Feminina

Trata-se de uma cirurgia feita nas tubas uterinas em mulheres que não querem mais ter filhos.

As trompas de falópio podem ser cortadas ou bloqueadas através de uma incisão cirúrgica, fazendo com que os óvulos liberados pelos ovários não consigam se deslocar pelas trompas e, por este motivo, não encontrem os espermatozóides.

 

 

A ESTERILIZAÇÃO FEMININA NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

OBS: A Lei do Planejamento Familiar só permite realizar a ligadura de trompas voluntárias nas seguintes condições:

1. Em mulheres com capacidade civil plena e maiores de 25 anos de idade, ou pelo menos com dois filhos vivos, desde que observado o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico.

2. Nos casos em que há risco de vida para a mulher ou riscos para a saúde da mulher ou do futuro bebê. A Lei do Planejamento Familiar proíbe a realização da ligadura de trompas durante o período de parto ou aborto, exceto nos casos de comprovada necessidade.

Vasectomia

Trata-se de uma pequena cirurgia feita nos canais deferentes (canal por onde é transportado o esperma) para cortar ou bloquear o canal, com o objetivo de impedir que os espermatozóides produzidos nos testículos saiam no líquido expelido durante a ejaculação, impedindo a gravidez.

Os espermatozóides continuam a ser produzidos, porém são reabsorvidos pelo organismo. O homem só pode ter certeza de não estar mais fértil após ter realizado o espermograma - contagem de espermatozóides no sêmen, já que após a cirurgia, ainda encontram-se espermatozóides armazenados no restante do canal deferente.

 

 

A VASECTOMIA NÃO PROTEGE CONTRA DST/HIV/AIDS. USE SEMPRE CAMISINHA!

OBS: A Lei do Planejamento Familiar só permite realizar a vasectomia voluntária nas seguintes condições:

1. Em homens com capacidade civil plena e maiores de 25 anos de idade, ou pelo menos com dois filhos vivos, desde que observado o prazo mínimo de 60 dias entre a manifestação da vontade e o ato cirúrgico.
2. Nos casos em que há risco de vida para a mulher ou riscos para a saúde da mulher ou do futuro bebê.

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